domingo, 30 de outubro de 2016
domingo, 23 de outubro de 2016
EV no LAR - 24 a 30 OUT
EVANGELHO no LAR
CURA do ÓDIO
“Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver
sede, dá-lhe de beber; porque fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a
sua cabeça” – Paulo. (romanos, 12:20.)
O homem, geralmente, quando
decidido ao serviço do bem, encontra fileiras de adversários gratuitos por onde
passe, qual ocorre à claridade invariavelmente assediada pelo antagonismo das
sombras.
As vezes, porém, seja por equívocos do passado ou por incompreensões do presente, é defrontado por inimigos mais fortes que se transformam em constante ameaça à sua tranqüilidade.
Contar com inimigo desse jaez é padecer dolorosa enfermidade no íntimo, quando a criatura ainda não se afeiçoou a experiências vivas no Evangelho.
Quase sempre, o aprendiz de boa-vontade desenvolve o máximo das próprias forças a favor da reconciliação; no entanto, o mais amplo esforço parece baldado.
A impenetrabilidade caracteriza o coração do outro e os melhores gestos de Amor passam por ele despercebidos.
Contra essa situação, todavia, o Livro Divino oferece receita salutar.
Não convém agravar atritos, desenvolver discussões e muito menos desfazer-se a criatura bem-intencionada em gestos bajulatórios. espere-se pela oportunidade de manifestar o bem.
Desde o minuto em que o ofendido esquece a dissensão e volta ao Amor, o serviço de Jesus é reatado; entretanto, a visão do ofensor é mais tardia e, em muitas ocasiões, somente compreende a nova luz, quando essa se lhe converte em vantagem ao círculo pessoal.
Um discípulo sincero do Cristo liberta-se facilmente dos laços inferiores, mas o antagonista de ontem pode persistir muito tempo, no endurecimento do coração.
As vezes, porém, seja por equívocos do passado ou por incompreensões do presente, é defrontado por inimigos mais fortes que se transformam em constante ameaça à sua tranqüilidade.
Contar com inimigo desse jaez é padecer dolorosa enfermidade no íntimo, quando a criatura ainda não se afeiçoou a experiências vivas no Evangelho.
Quase sempre, o aprendiz de boa-vontade desenvolve o máximo das próprias forças a favor da reconciliação; no entanto, o mais amplo esforço parece baldado.
A impenetrabilidade caracteriza o coração do outro e os melhores gestos de Amor passam por ele despercebidos.
Contra essa situação, todavia, o Livro Divino oferece receita salutar.
Não convém agravar atritos, desenvolver discussões e muito menos desfazer-se a criatura bem-intencionada em gestos bajulatórios. espere-se pela oportunidade de manifestar o bem.
Desde o minuto em que o ofendido esquece a dissensão e volta ao Amor, o serviço de Jesus é reatado; entretanto, a visão do ofensor é mais tardia e, em muitas ocasiões, somente compreende a nova luz, quando essa se lhe converte em vantagem ao círculo pessoal.
Um discípulo sincero do Cristo liberta-se facilmente dos laços inferiores, mas o antagonista de ontem pode persistir muito tempo, no endurecimento do coração.
Eis o motivo pelo qual dar-lhe
todo o bem, no momento oportuno, é amontoar o fogo renovador sobre a sua
cabeça, curando-lhe o ódio cheio de expressões infernais.
Autor Espiritual : Emmanuel
Psicografada por: Francisco Cândido Xavier
Adaptação e encaminhamento:
EMAIL: sendadeluz@gmail.com
No Livro: Evangelho Segundo o Espiritismo
CAP 5 – BEM AVENTURADOS os AFLITOS
Lêr : item 4 Causa Atuais das
Aflições
https://evangelhoespirita.wordpress.com/capitulos-1-a-27/cap-5-bem-aventurados-os-aflitos/causas-atuais-das-aflicoes/
Causas Atuais das Aflições
4 – As vicissitudes da vida são de duas espécies, ou, se quisermos, tem
duas origens bem diversas, que importa distinguir: umas têm sua causa na vida
presente; fora desta vida.
Remontando à fonte dos males terrenos, reconhece-se que muitos são as
conseqüências naturais do caráter e da conduta daqueles que os sofrem. Quantos
homens caem por sua própria culpa! Quantos são vítimas de sua imprevidência, de
seu orgulho e de sua ambição! Quantas pessoas arruinadas por falta de ordem, de
perseverança, por mau comportamento ou por terem limitado os seus desejos!
Quantas uniões infelizes, porque resultaram dos cálculos do interesse ou da
vaidade, nada tendo com isso o coração! Que de dissensões de disputas funestas,
poderiam ser evitadas com mais moderação e menos suscetibilidade! Quantas
doenças e aleijões são o efeito da intemperança e dos excessos de toda ordem!
Quantos pais infelizes com os filhos, por não terem combatido as suas más
tendências desde o princípio. Por fraqueza ou indiferença, deixaram que se
desenvolvessem neles os germes do orgulho, do egoísmo e da tola vaidade, que
ressecam o coração. Mais tarde, colhendo o que semearam, admiram-se e
afligem-se com a sua falta de respeito e a sua ingratidão. Que todos os que têm
o coração ferido pelas vicissitudes e as decepções da vida, interroguem
friamente a própria consciência. Que remontem passo a passo à fonte dos males
que os afligem, e verão se, na maioria das vezes, não podem dizer: “Se eu
tivesse ou não tivesse feito tal coisa, não estaria nesta situação”.
A quem, portanto, devem todas essas aflições, senão a si mesmos? O homem é,
assim, num grande número de casos o autor de seus próprios infortúnios. Mas, em
vez de reconhecê-lo, acha mais simples, e menos humilhante para a sua vaidade,
acusar a sorte, a Providência, a falta de oportunidade, sua má estrela,
enquanto, na verdade, sua má estrela é a sua própria incúria.
Os males dessa espécie constituem, seguramente, um número considerável das
vicissitudes da vida. O homem os evitará, quando trabalhar para o seu
adiantamento moral e intelectual.
5 – A lei humana alcança certas faltas e as pune. O condenado
pode então dizer que sofreu a conseqüência do que praticou. Mas a lei não
alcança nem pode alcançar a todas as faltas. Ela castiga especialmente as que
causam prejuízos à sociedade, e não as que prejudicam apenas os que as cometem.
Mas Deus vê o progresso de todas as criaturas. Eis por que não deixa impune
nenhum desvio do caminho reto. Não há uma só falta, por mais leve que seja, uma
única infração à sua lei, que não tenha conseqüências forçosas e inevitáveis,
mais ou menos desagradáveis. Donde se segue que, nas pequenas como nas grandes
coisas, o homem é sempre punido naquilo em que pecou. Os sofrimentos
conseqüentes são então uma advertência de que ele andou mal. Dão-lhe as
experiências e o fazem sentir, a diferença entre o bem e o mal, bem como a
necessidade de se melhorar, para evitar no futuro o que já foi para ele uma
causa de mágoas. Sem isso, ele não teria nenhum motivo para se emendar, e
confiante na impunidade, retardaria o seu adiantamento, e portanto a sua
felicidade futura.
Mas a experiência chega, algumas vezes, um pouco tarde; e quando a vida já foi
desperdiçada e perturbada, gastas as forças, e o mal é irremediável, então o
homem se surpreende a dizer: “Se no começo da vida eu soubesse o que hoje sei,
quantas faltas teria evitado; se tivesse de recomeçar, eu me portaria
de maneira inteiramente outra; mas já não há mais tempo!” Como o trabalhador
preguiçoso que diz: “Perdi o meu dia”, ele também diz: “Perdi a minha vida”.
Mas, assim como para o trabalhador o sol nasce no dia seguinte, e começa uma
nova jornada, em que pode recuperar o tempo perdido, para ele também brilhará o
sol de uma vida nova, após a noite do túmulo, e na qual poderá aproveitar a experiência
do passado e pôr em execução suas boas resoluções para o futuro.
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Pão Nosso
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
EV no LAR - 17 a 23 OUT
EVANGELHO no LAR
"E acontecerá que
todo aquele que invocar o nome do Senhor
será salvo."
(ATOS; 2:21)
será salvo."
(ATOS; 2:21)
Os espíritos mais renitentes no crime serão salvos das garras do
mal, se invocarem verdadeiramente o amparo do Senhor.
E é forçoso observar que chega sempre um instante, na experiência individual, em que somos constrangidos a recorrer ao que possuímos de mais precioso, no terreno da crença.
Os próprios materialistas não escapam a semelhante impositivo da luta humana; qual ocorre aos demais, nas contingências dilacerantes requisitam o socorro do dinheiro, da ciência provisória, das posições convencionalistas, que, aliás, em boa tese, auxiliam mas não salvam.
Indispensável se torna recorrer a Jesus para a solução de nossas questões fundamentais.
Invoquemos a compaixão dEle e não nos faltará recurso adequado.
Não bastará, contudo, tão-somente aprender a rogar.
Estudemos também a arte de receber.
Às vezes, surgem diferenças superficiais entre pedido e suprimento.
O trabalho salvador do Céu virá ao nosso encontro, mas não obedecerá, em grande número de ocasiões, à expectativa de nossa visão imperfeita.
Em muitos casos, a Providência Divina nos visita em forma de doença, escassez e contrariedade...
A miopia terrena, todavia, de modo geral, só interpreta a palavra "salvação" por "vantagem imediata" e, por isso, um leve desgosto ou uma desilusão útil provocam torrentes de lamentações improdutivas.
Apesar de tudo, porém, o Cristo nunca deixa de socorrer e aliviar e o seu sublime esforço de redenção assume variados aspectos tanto quanto são diversas as necessidades de cada um.
E é forçoso observar que chega sempre um instante, na experiência individual, em que somos constrangidos a recorrer ao que possuímos de mais precioso, no terreno da crença.
Os próprios materialistas não escapam a semelhante impositivo da luta humana; qual ocorre aos demais, nas contingências dilacerantes requisitam o socorro do dinheiro, da ciência provisória, das posições convencionalistas, que, aliás, em boa tese, auxiliam mas não salvam.
Indispensável se torna recorrer a Jesus para a solução de nossas questões fundamentais.
Invoquemos a compaixão dEle e não nos faltará recurso adequado.
Não bastará, contudo, tão-somente aprender a rogar.
Estudemos também a arte de receber.
Às vezes, surgem diferenças superficiais entre pedido e suprimento.
O trabalho salvador do Céu virá ao nosso encontro, mas não obedecerá, em grande número de ocasiões, à expectativa de nossa visão imperfeita.
Em muitos casos, a Providência Divina nos visita em forma de doença, escassez e contrariedade...
A miopia terrena, todavia, de modo geral, só interpreta a palavra "salvação" por "vantagem imediata" e, por isso, um leve desgosto ou uma desilusão útil provocam torrentes de lamentações improdutivas.
Apesar de tudo, porém, o Cristo nunca deixa de socorrer e aliviar e o seu sublime esforço de redenção assume variados aspectos tanto quanto são diversas as necessidades de cada um.
Fonte: Vinha de
Luz
Autor Espititual: Emmanuel
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier
Autor Espititual: Emmanuel
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier
* * * * *
Nossa PRECE
Ampara-nos, Senhor,
Este repouso de amor
Em que a paz nos descansa
Porto, refúgio, lar,
Em que podemos cultivar
As bençãos da esperança.
Perante a caridade por dever,
Faze-nos perceber
Que nesta casa em que nos aconchegas,
A todos nos entregas
A bendita oficina
Que nos renove a fé na Bondade Divina.
De rotina em rotina
E surpresa em surpresa,
Deixa-nos discernir
Que, em contemplando a própria natureza,
Da rocha mais hostil ao solo mais fecundo,
Tudo é auxílio na lei
Se te atende na estrada ao lema de servir.
Tudo é auxílio na lei
Do firmamento ao chão. . .
Serve o sol, serve o mar sem derramar-se em vão,
O tronco não devora os frutos que oferece,
A fonte ajuda e passa em sussurros de prece,
O vento ampara a flor, a flor perfuma a vida,
Faz-se pão e celeiro a semente esquecida. . .
Ajuda-nos, Senhor a repartir o bem
Sem traçar condições, sem perguntar a quem. . .
Aspiramos a ser contigo, dia a dia,
Bálsamo, reconforto, união, alegria,
Agasalho do templo e coração da escola,
O prato que alimenta e o verbo que consola. . .
Concede-nos o Dom de cooperar contigo,
Trabalhar e seguir pelo teu braço amigo.
Tanto à luz do porvir quanto na luz de agora,
Faze, por fim, Senhor,
Que a nossa casa seja, hora por hora,
Um caminho de fé para o Reino do Amor.
Maria Dolores / Chico Xavier
IN: Livro "Encontro de Paz"
Este repouso de amor
Em que a paz nos descansa
Porto, refúgio, lar,
Em que podemos cultivar
As bençãos da esperança.
Perante a caridade por dever,
Faze-nos perceber
Que nesta casa em que nos aconchegas,
A todos nos entregas
A bendita oficina
Que nos renove a fé na Bondade Divina.
De rotina em rotina
E surpresa em surpresa,
Deixa-nos discernir
Que, em contemplando a própria natureza,
Da rocha mais hostil ao solo mais fecundo,
Tudo é auxílio na lei
Se te atende na estrada ao lema de servir.
Tudo é auxílio na lei
Do firmamento ao chão. . .
Serve o sol, serve o mar sem derramar-se em vão,
O tronco não devora os frutos que oferece,
A fonte ajuda e passa em sussurros de prece,
O vento ampara a flor, a flor perfuma a vida,
Faz-se pão e celeiro a semente esquecida. . .
Ajuda-nos, Senhor a repartir o bem
Sem traçar condições, sem perguntar a quem. . .
Aspiramos a ser contigo, dia a dia,
Bálsamo, reconforto, união, alegria,
Agasalho do templo e coração da escola,
O prato que alimenta e o verbo que consola. . .
Concede-nos o Dom de cooperar contigo,
Trabalhar e seguir pelo teu braço amigo.
Tanto à luz do porvir quanto na luz de agora,
Faze, por fim, Senhor,
Que a nossa casa seja, hora por hora,
Um caminho de fé para o Reino do Amor.
Maria Dolores / Chico Xavier
IN: Livro "Encontro de Paz"
Adaptação e encaminhamento:
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ESPIRITISMO - EVANGELHO - CAP 13
No Livro: Evangelho Segundo
o Espiritismo
Capítulo 13 – QUE A MÃO ESQUERDA NÃO SAIBA O QUE FAZ A DIREITA
Lêr Item 11 ~ A Beneficência
II – A Beneficência
ADOLFO
Bispo de
Alger, Bordeaux, 1861
11 – A
beneficência, meus amigos, vos dará neste mundo os gozos mais puros e mais
doces, as alegrias do coração, que não são perturbadas nem pelos remorsos, nem
pela indiferença. Oh!, pudésseis compreender tudo o que encerra de grande e de
agradável a generosidade das belas almas, esse sentimento que faz que se olhe
aos outros com o mesmo olhar voltado para si mesmo, e que se desvista com
alegria para vesti a um irmão! Pudésseis, meus amigos, ter apenas a doce
preocupação de fazer aos outros felizes! Quais as festas mundanas que se pode
comparar a essas festas jubilosas, quando, representantes da Divindade, levais
a alegria a essas pobres famílias, que da vida só conhecem as vicissitudes e as
amarguras; quando vedes esses rostos macilentos brilharem subitamente de
esperança, desprovidos de pão, esses infelizes e seus filhos, ignorando que
viver é sofrer, gritavam, choravam e repetiam estas palavras, que, como finos
punhais, penetravam o coração materno: “Tenho fome!” Oh!, compreendei quanto
são deliciosas as impressões daquele que vê renascer a alegria onde, momentos
antes, só havia desespero! Compreendei quais são as vossas obrigações para com
os vossos irmãos! Ide, ide ao encontro do infortúnio, ao socorro das misérias
ocultas, sobretudo, que são as mais dolorosas. Ide, meus bem-amados, e
lembrai-vos destas palavras do Salvador: “Quando vestirdes a um destes
pequeninos, pensai que é a mim que o fazeis!”
Caridade! Palavra sublime, que resume todas as virtudes, és tu que deves
conduzir os povos à felicidade. Ao praticar-te, eles estarão semeando infinitas
alegrias para o próprio futuro, e durante o seu exílio na Terra, serás para
eles a consolação, o antegozo das alegrias que mais tarde desfrutarão, quando
todos reunidos se abraçarem, no seio do Deus de amor. Foste tu, virtude divina,
que me proporcionaste os únicos momentos de felicidade que gozei na Terra.
Possam os meus irmãos encarnados crer na voz do amigo que lhes fala e lhes diz:
É na caridade que deveis procurar a paz do coração, o contentamento da alma, o
remédio para as aflições da vida. Oh!, quando estiverdes a ponto de acusar a
Deus, lançai um olhar para baixo, e vereis quantas misérias a aliviar, quantas
pobres crianças sem família; quantos velhos sem uma só mão amiga para os
socorrer e fechar-lhes os olhos na hora da morte! Quanto bem a fazer! Oh!, não
reclameis, antes agradecei a Deus, e prodigalizai a mancheias a vossa simpatia,
o vosso amor, o vosso dinheiro, a todos os que, deserdados dos bens deste
mundo, definham no sofrimento e na solidão. Colhereis neste mundo alegrias bem
suaves, e mais tarde… somente Deus o sabe!
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