sexta-feira, 1 de abril de 2011
domingo, 20 de março de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
OS VICIADOS EM INTERNET E A DIFUSÃO ESPIRITA NA WEB
Por que será que o mundo de chip, bit, modem, memória ran, webcam, som, poesia, cultura, conteúdo para adulto, ciência, hacker, filosofia, perigos,... vem fascinando mais do que a vida que se levava antes da década de 80? Permanecer neste mundo virtual diante de um monitor, será por medo? vergonha? timidez? falta de amor próprio? insegurança? carência? solidão? Ou será encantamento, necessidade de conhecimento, realizar feitos inenarráveis, ultrapassar limites, provocar reações,... ou apenas poder se comunicar?
Apesar de não haver consenso, existe um estudo da Universidade La Salle, divulgado em 2008, afirmando que há um total de 50 milhões de adictos(1) na web. Todavia, outro relatório da Advances Psychiatric Treatment informa que o número de compulsivos gira de 5% a 10% do total de internautas no mundo (estimados em 1,3 bilhão de pessoas, de acordo com o Internet World Stats) —isso dá cerca de 100 milhões de pessoas. Na China, dos 18,3 milhões de internautas adolescentes chineses, mais de 2 milhões são viciados na rede mundial de computadores.
Os vícios tecnológicos são denominados de tecnoses, no caso específico da internet é conhecido como internet-dependência ou cibervício. Não há nenhuma pesquisa brasileira sobre o tema.
Assim como há viciados em drogas, no jogo e no tabaco, há pessoas que passam horas a fio na internet, fenômeno que um crescente grupo de especialistas dos Estados Unidos considera um problema psiquiátrico. Na América do Norte , a "compulsão à internet" é tratada por um crescente número de centros médicos especializados, entre eles os da Universidade de Maryland, em College Park, e o Computer Addiction Study Center, do Hospital McLean, em Belmont, Massachusetts.
É evidente que o uso intensivo e inadequado do computador causa problemas de saúde variados. Podem ser identificados problemas relacionados à visão, mente, músculos, articulações e coluna.
As queixas de quem sofre esses problemas incluem fadiga, cansaço e irritação ocular, visão turva, tensão muscular, dores de cabeça, stress, dores no pescoço, costas e braços. D
entre os principais problemas, estão as Lesões por Esforço Repetitivo (LER), que agora são reconhecidas como Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT).
As ondas da web são possantes fontes de comunicação de massa em nível planetário.
“Só no Brasil o número de internautas é de 41,5 milhões.”(2)
A Internet oferece, sem dúvida nenhuma, alguns perigos quando veicula cenas reais de apelos eróticos, de violências nos joguinhos “infantis” etc., mas, “não não se compara a heroína ou a cocaína que isolam a pessoa e a torna dependente."(3)
Não se pode olvidar que a Internet está presente nos hospitais, nos tribunais, nos ministérios, nas agências bancárias, nos supermercados, nas lojas, nas escolas, na segurança de nossas casas e empresas, enfim, fazer uma movimentação bancária, compras, observar nota na escola, realizar trabalhos escolares e profissionais, pesquisas.
Eis aqui alguns dos exemplos de como estamos mais envolvidos com a informática do que se possa imaginar.
O grande desafio é que na web as informações ainda não têm filtro eficazes e chegam na velocidade da luz, ou seja, é só o tempo de alguém apertar alguns botões, algumas letras no teclado e pronto, já está tudo ao alcance de todos. Por causa desta velocidade, existe uma necessidade urgente de se informar e instruir melhor os usuários deste meio de comunicação. Por essa razão , as crianças que não recebem orientação educativa são muito mais vulneráveis e por conseqüência são as mais atingidas pelo volume de informação que podem ser ou não bem interpretadas, por isso podem ser prejudiciais a elas.
Apesar dos riscos que o uso inadequado da web pode apresentar, não identificamos a Internet como algo prejudical ao homem; ao contrário! ela é uma extensão da vida concreta, difundida pelas ondas magnéticas virtualizadas além de ser uma ferramenta indispensável na sociedade contemporânea. Sem ela o mundo trava, para tudo e todos.
Outra coisa! Não nos esqueçamos de que no mundo corporativo atual, o acesso à Internet é obrigatório e muitos profissionais passam quase todo o tempo em que estão no escritório conectados à rede. Isso não faz deles adictos (dependentes).
Há muitos profissionais que passam o dia na Internet.
Um webdesigner, por exemplo, pode ficar 14 horas na rede por causa do seu ofício.
O que determina o cibervício é a qualidade de uso de um computador na rede mundial.
É redundante dizer que é importantíssimo aproveitar essa ferramenta de comunicação em prol dos ideais que norteiam nossas vidas.
Faço parte de um grupo vinculado ao portal http://espiritismo.net.
Os administradores do portal têm demonstrado o poder dessa ferramenta de disseminação doutrinária, através de frentes de trabalhos espíritas, reconhecidos , inclusive, no Movimento Espírita nacional e com isso, têm difundido conhecimento e consolo a quantos os procuram.
A propósito, no século XIX Kardec lembrava que: "uma publicidade em larga escala, feita nos jornais de maior circulação, levaria ao mundo inteiro, até às localidades mais distantes, o conhecimento das idéias espíritas, despertaria o desejo de aprofundá-las e, multiplicando-lhes
os adeptos, imporia silêncio aos detratores, que logo teriam de ceder, diante do ascendente da opinião geral."(4)
Divulgação em grande escala se consegue hoje através da Internet, que permite trocar informações dos mais variados assuntos, enviar mensagens, conversar com milhões de pessoas ou apenas ler as informações de qualquer parte do planeta.
Na era da cibernética, da robótica "vivemos épocas limítrofes na qual toda a antiga ordem das representações e dos saberes oscila para dar lugar a imaginários, modos de conhecimento e estilos de regulação social ainda poucos estabilizados. Vivemos um destes raros momentos em que, a partir de uma nova configuração técnica, quer dizer, de uma nova relação com o cosmos, um novo estilo de humanidade é inventado."(5)
A divulgação na internet deve ser livre, porém aqueles que querem divulgar o Espiritismo devem ter a consciência da responsabilidade, procurando sempre saber as finalidades da divulgação e as suas conseqüências, porque a Internet não é só livre, ela é abrangente.
“Ela atinge proporções globais, colocando o Espiritismo face a face com outras realidades."(6)
Recordando que com o acelerado progresso tecnológico já é possível se obter comunicações audiovisuais o que sem dúvida vai aproximar ainda mais as pessoas. Cada um de nós, do conforto de nossos lares, pode enviar uma palavra amiga, disponibilizar as atividades do seu centro, integrar-se em grupo de estudo e de discussão, ouvir palestras edificantes e até conversar face a face através do computador com pessoas que precisam ser reconfortadas.
Transformações sociais, mudanças no panorama dos conhecimentos gerais do homem não as podem estagnar, não as podem fechá-la em um pétreo corpo ortodoxo.
A rigor a Internet é um foro de discussão, de ligação entre todos que se dedicam ao estudo da doutrina, a pesquisa de suas novas fronteiras e a aplicação dos conhecimentos já firmados.
Não devemos ter medo da Internet como a Inquisição teve medo dos livros.
Tal como Kardec, devemos aprender a enfrentar as investidas, sempre com a intenção de procurar a verdade e de esclarecer. Divaldo expõe sua emoção ante a Internet quando diz: "comovo-me diante deste excelente recurso que diminui distância, ainda mais por sentir participando deste nosso convívio alguns benfeitores espirituais que estão a todos nos envolvendo em ondas de paz e vibrações de saúde, entre os quais os Espíritos Eurípedes Barsanulfo, Cairbar Schutel, Joanna de Ângelis e Vinícius, igualmente felizes, abençoando a tecnologia e a informática utilizadas para o bem".(7)
Jorge Hessen
http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com
Fontes:
(1) Adicto, do latim addictu, é um adjetivo, que significa: Afeiçoado, dedicado, apegado. adjunto, adstrito, dependente.Em medicina é quem não consegue abandonar um hábito nocivo, mormente de álcool e drogas, por motivos fisiológicos ou psicológicos.
(2) últimas atualizações do Ibope/NetRatings
(3) psicóloga Sherry Turkle, autora do livro "Life on the Screen: Identity in the Age of the Internet"
(4) Kardec ,Allan. Obras Póstumas-Projeto 1868, Rio de Janeiro: Ed FEB, 2001
(5) Pierre Lévy - As tecnologias da Inteligência - O futuro do pensamento na era da informática. São Paulo: Editora 34, 2004
(6) Artigo de Sérgio e Carlos Alberto Iglesia Bernardo. "Sobre o Espiritismo e a Internet", publicado no Boletim GEAE Número 280 de 17 de Fevereiro de 1998
(7) Divaldo Pereira Franco, em palestra virtual realizada dia 17/03/2000
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Apesar de não haver consenso, existe um estudo da Universidade La Salle, divulgado em 2008, afirmando que há um total de 50 milhões de adictos(1) na web. Todavia, outro relatório da Advances Psychiatric Treatment informa que o número de compulsivos gira de 5% a 10% do total de internautas no mundo (estimados em 1,3 bilhão de pessoas, de acordo com o Internet World Stats) —isso dá cerca de 100 milhões de pessoas. Na China, dos 18,3 milhões de internautas adolescentes chineses, mais de 2 milhões são viciados na rede mundial de computadores.
Os vícios tecnológicos são denominados de tecnoses, no caso específico da internet é conhecido como internet-dependência ou cibervício. Não há nenhuma pesquisa brasileira sobre o tema.
Assim como há viciados em drogas, no jogo e no tabaco, há pessoas que passam horas a fio na internet, fenômeno que um crescente grupo de especialistas dos Estados Unidos considera um problema psiquiátrico. Na América do Norte , a "compulsão à internet" é tratada por um crescente número de centros médicos especializados, entre eles os da Universidade de Maryland, em College Park, e o Computer Addiction Study Center, do Hospital McLean, em Belmont, Massachusetts.
É evidente que o uso intensivo e inadequado do computador causa problemas de saúde variados. Podem ser identificados problemas relacionados à visão, mente, músculos, articulações e coluna.
As queixas de quem sofre esses problemas incluem fadiga, cansaço e irritação ocular, visão turva, tensão muscular, dores de cabeça, stress, dores no pescoço, costas e braços. D
entre os principais problemas, estão as Lesões por Esforço Repetitivo (LER), que agora são reconhecidas como Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT).
As ondas da web são possantes fontes de comunicação de massa em nível planetário.
“Só no Brasil o número de internautas é de 41,5 milhões.”(2)
A Internet oferece, sem dúvida nenhuma, alguns perigos quando veicula cenas reais de apelos eróticos, de violências nos joguinhos “infantis” etc., mas, “não não se compara a heroína ou a cocaína que isolam a pessoa e a torna dependente."(3)
Não se pode olvidar que a Internet está presente nos hospitais, nos tribunais, nos ministérios, nas agências bancárias, nos supermercados, nas lojas, nas escolas, na segurança de nossas casas e empresas, enfim, fazer uma movimentação bancária, compras, observar nota na escola, realizar trabalhos escolares e profissionais, pesquisas.
Eis aqui alguns dos exemplos de como estamos mais envolvidos com a informática do que se possa imaginar.
O grande desafio é que na web as informações ainda não têm filtro eficazes e chegam na velocidade da luz, ou seja, é só o tempo de alguém apertar alguns botões, algumas letras no teclado e pronto, já está tudo ao alcance de todos. Por causa desta velocidade, existe uma necessidade urgente de se informar e instruir melhor os usuários deste meio de comunicação. Por essa razão , as crianças que não recebem orientação educativa são muito mais vulneráveis e por conseqüência são as mais atingidas pelo volume de informação que podem ser ou não bem interpretadas, por isso podem ser prejudiciais a elas.
Apesar dos riscos que o uso inadequado da web pode apresentar, não identificamos a Internet como algo prejudical ao homem; ao contrário! ela é uma extensão da vida concreta, difundida pelas ondas magnéticas virtualizadas além de ser uma ferramenta indispensável na sociedade contemporânea. Sem ela o mundo trava, para tudo e todos.
Outra coisa! Não nos esqueçamos de que no mundo corporativo atual, o acesso à Internet é obrigatório e muitos profissionais passam quase todo o tempo em que estão no escritório conectados à rede. Isso não faz deles adictos (dependentes).
Há muitos profissionais que passam o dia na Internet.
Um webdesigner, por exemplo, pode ficar 14 horas na rede por causa do seu ofício.
O que determina o cibervício é a qualidade de uso de um computador na rede mundial.
É redundante dizer que é importantíssimo aproveitar essa ferramenta de comunicação em prol dos ideais que norteiam nossas vidas.
Faço parte de um grupo vinculado ao portal http://espiritismo.net.
Os administradores do portal têm demonstrado o poder dessa ferramenta de disseminação doutrinária, através de frentes de trabalhos espíritas, reconhecidos , inclusive, no Movimento Espírita nacional e com isso, têm difundido conhecimento e consolo a quantos os procuram.
A propósito, no século XIX Kardec lembrava que: "uma publicidade em larga escala, feita nos jornais de maior circulação, levaria ao mundo inteiro, até às localidades mais distantes, o conhecimento das idéias espíritas, despertaria o desejo de aprofundá-las e, multiplicando-lhes
os adeptos, imporia silêncio aos detratores, que logo teriam de ceder, diante do ascendente da opinião geral."(4)
Divulgação em grande escala se consegue hoje através da Internet, que permite trocar informações dos mais variados assuntos, enviar mensagens, conversar com milhões de pessoas ou apenas ler as informações de qualquer parte do planeta.
Na era da cibernética, da robótica "vivemos épocas limítrofes na qual toda a antiga ordem das representações e dos saberes oscila para dar lugar a imaginários, modos de conhecimento e estilos de regulação social ainda poucos estabilizados. Vivemos um destes raros momentos em que, a partir de uma nova configuração técnica, quer dizer, de uma nova relação com o cosmos, um novo estilo de humanidade é inventado."(5)
A divulgação na internet deve ser livre, porém aqueles que querem divulgar o Espiritismo devem ter a consciência da responsabilidade, procurando sempre saber as finalidades da divulgação e as suas conseqüências, porque a Internet não é só livre, ela é abrangente.
“Ela atinge proporções globais, colocando o Espiritismo face a face com outras realidades."(6)
Recordando que com o acelerado progresso tecnológico já é possível se obter comunicações audiovisuais o que sem dúvida vai aproximar ainda mais as pessoas. Cada um de nós, do conforto de nossos lares, pode enviar uma palavra amiga, disponibilizar as atividades do seu centro, integrar-se em grupo de estudo e de discussão, ouvir palestras edificantes e até conversar face a face através do computador com pessoas que precisam ser reconfortadas.
Transformações sociais, mudanças no panorama dos conhecimentos gerais do homem não as podem estagnar, não as podem fechá-la em um pétreo corpo ortodoxo.
A rigor a Internet é um foro de discussão, de ligação entre todos que se dedicam ao estudo da doutrina, a pesquisa de suas novas fronteiras e a aplicação dos conhecimentos já firmados.
Não devemos ter medo da Internet como a Inquisição teve medo dos livros.
Tal como Kardec, devemos aprender a enfrentar as investidas, sempre com a intenção de procurar a verdade e de esclarecer. Divaldo expõe sua emoção ante a Internet quando diz: "comovo-me diante deste excelente recurso que diminui distância, ainda mais por sentir participando deste nosso convívio alguns benfeitores espirituais que estão a todos nos envolvendo em ondas de paz e vibrações de saúde, entre os quais os Espíritos Eurípedes Barsanulfo, Cairbar Schutel, Joanna de Ângelis e Vinícius, igualmente felizes, abençoando a tecnologia e a informática utilizadas para o bem".(7)
Jorge Hessen
http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com
Fontes:
(1) Adicto, do latim addictu, é um adjetivo, que significa: Afeiçoado, dedicado, apegado. adjunto, adstrito, dependente.Em medicina é quem não consegue abandonar um hábito nocivo, mormente de álcool e drogas, por motivos fisiológicos ou psicológicos.
(2) últimas atualizações do Ibope/NetRatings
(3) psicóloga Sherry Turkle, autora do livro "Life on the Screen: Identity in the Age of the Internet"
(4) Kardec ,Allan. Obras Póstumas-Projeto 1868, Rio de Janeiro: Ed FEB, 2001
(5) Pierre Lévy - As tecnologias da Inteligência - O futuro do pensamento na era da informática. São Paulo: Editora 34, 2004
(6) Artigo de Sérgio e Carlos Alberto Iglesia Bernardo. "Sobre o Espiritismo e a Internet", publicado no Boletim GEAE Número 280 de 17 de Fevereiro de 1998
(7) Divaldo Pereira Franco, em palestra virtual realizada dia 17/03/2000
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Retrato da Amizade - Cerejeiras em Flor (Chico Xavier)
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
IRMÃOS PROBLEMA (Emmanuel)
Votos de BOM ANO NOVO !
Bençãos Divinas em todas as vidas.
SENDA de LUZ
(Aluena)
MOMENTO de Reflexão
IRMÃOS PROBLEMAS
Emmanuel
Estudando as lições da consanguinidade, não olvides o irmão problema que te associa ao roteiro nas provações da família.
É o velhinho entregue à caducidade celular, reclamando tolerância e carinho, pela inconveniência das manifestações em que se desequilibra.
É o doente cronificado, exigindo compaixão e devotamento no leito a que se recolhe.
É o obsidiado imerso em profundas perturbações, pedindo caridade para que se lhe atenue o padecimento.
É a criança retardada, solicitando ternura a fim de cumprir a pena redentora a que se impôs na Vida Espiritual, para ressarcir os débitos que lhe oneram o campo íntimo.
É o delinqüente abatido, que requisita abnegação para que se lhe soergam as forças no trabalho da regeneração e da cura.
Decerto, muitas vezes, desejarás o asilo para o ancião, o ancião, o hospital para o enfermo, o sanatório para a cabeça demente, a casa de reajuste para a criança infeliz e o presídio para o companheiro que se arrojou às obscuridades do crime, contudo, não te esqueças de que o irmão problema é alguém que chega de longe, a reaproximar-se de ti, no instituto genético para que, na partilha do mesmo sangue, se consagre contigo ao pagamento das dívidas que ainda te enodoam também os passos perante a Divina Justiça.
Lembra-te de semelhante realidade e tanto quanto possível abraça nele a obra de teu próprio burilamento, na certeza de que auxiliá-lo a desenfaixar-se das teias da sombra é levantar a ti mesmo para a bênção da luz.
Livro "Juntos Venceremos - Francisco Cândido Xavier - Autores Diversos
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Bençãos Divinas em todas as vidas.
SENDA de LUZ
(Aluena)
MOMENTO de Reflexão
IRMÃOS PROBLEMAS
Emmanuel
Estudando as lições da consanguinidade, não olvides o irmão problema que te associa ao roteiro nas provações da família.
É o velhinho entregue à caducidade celular, reclamando tolerância e carinho, pela inconveniência das manifestações em que se desequilibra.
É o doente cronificado, exigindo compaixão e devotamento no leito a que se recolhe.
É o obsidiado imerso em profundas perturbações, pedindo caridade para que se lhe atenue o padecimento.
É a criança retardada, solicitando ternura a fim de cumprir a pena redentora a que se impôs na Vida Espiritual, para ressarcir os débitos que lhe oneram o campo íntimo.
É o delinqüente abatido, que requisita abnegação para que se lhe soergam as forças no trabalho da regeneração e da cura.
Decerto, muitas vezes, desejarás o asilo para o ancião, o ancião, o hospital para o enfermo, o sanatório para a cabeça demente, a casa de reajuste para a criança infeliz e o presídio para o companheiro que se arrojou às obscuridades do crime, contudo, não te esqueças de que o irmão problema é alguém que chega de longe, a reaproximar-se de ti, no instituto genético para que, na partilha do mesmo sangue, se consagre contigo ao pagamento das dívidas que ainda te enodoam também os passos perante a Divina Justiça.
Lembra-te de semelhante realidade e tanto quanto possível abraça nele a obra de teu próprio burilamento, na certeza de que auxiliá-lo a desenfaixar-se das teias da sombra é levantar a ti mesmo para a bênção da luz.
Livro "Juntos Venceremos - Francisco Cândido Xavier - Autores Diversos
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
NATAL, Oração de
ORAÇÃO de NATAL
Senhor Jesus.
Há quase dois milénios, estabelecias o Natal com tua doce humildade na manjedoura, onde te festejaram todas as harmonias da Natureza.
Reis e pastores vieram de longe, trazendo-te ao berço pobre o testemunho de sua alegria e de seu reconhecimento.
As estrelas brilharam com luz mais intensa nos fulgores do céu e uma delas destacou-se no azul do firmamento, para clarificar o suave momento de tua glória.
Desde então, Senhor, o mundo inteiro, pelos séculos afora, cultivou a lembrança da tua grande noite, extraordinária de luz e de belezas diversas.
Agora, porém, as recordações do Natal são muito diferentes.
Não se ouvem mais os cânticos dos pastores, nem se percebem os aromas agrestes da Natureza.
Um presepio do século XX seria certamente arranjado com eletricidade, sobre uma base de bombas e de metralhadoras, onde aquela legenda suave do
"Gloria in excelsis Deo"
seria substituída por um apelo revolucionário dos extremismos políticos da atualidade.
As comemorações já não são as mesmas.
Os locutores de rádio falarão da tua humildade, no cume dos arranha-céus, e, depois de um programa armamentista, estranharão, para os seus ouvintes, que a tua voz pudesse abençoar os pacíficos, prometendo-lhes um lugar de bem-aventurados, embora haja isso ocorrido há dois mil anos.
Numerosos escritores falarão, em suas crónicas elegantes, sobre as crianças abandonadas, estampando nos diários um conto triste, onde se exalte a célebre virtude cristã da caridade; mas, daí a momentos, fecharão a porta dos seus palacetes ao primeiro pobrezinho.
Contudo, Senhor, entre os superficialismos desta época de profundas transições, almas existem que te esperam e te amam.
Tua palavra sincera e branda, doce e enérgica, lhes magnetiza os corações, na caprichosa e interminável esteira do Tempo.
Elas andam ocultas nas planícies da indiferença e nas montanhas de iniquidade deste mundo.
Conservam, porém, consigo a mesma esperança na Tua inesgotável misericórdia.
É com elas e por elas que, sob as tuas vistas amoráveis, trabalham os que já partiram para o mundo das suaves revelações da morte.
É com a fé admirável de seus corações que semeamos, de novo, as tuas promessas imortais, entre os escombros de uma civilização que está agonizando, à mingua de amor.
É por essa razão que, sem nos esquecermos dos pequeninos que agrupavas em derredor da Tua bondade, nos recordamos hoje, em nossa oração, das crianças grandes, que são os povos deste século de pomposas ruínas.
Tu, que és o Príncipe de todas as nações e a base sagrada de todos os surtos evolutivos da vida planetária; que és a Misericórdia infinita, rasgando todas as fronteiras edificadas no mundo pelas misérias humanas, reúne a tua família espiritual, sob as algemas da fraternidade e do bem que nos ensinaste!...
Em todos os recantos do orbe, há bocas que maldizem e mãos que exterminam os seus semelhantes.
Os espíritos das trevas fazem chover o fogo de suas forças apocalípticas sobre as organizações terrestres, ateando o sinistro incêndio das ambições na alma de multidões alucinadas e desvalidas.
Por toda parte, assomam os falsos ídolos da impenitência do mundo e místicas políticas, saturadas do vírus das mais nefastas paixões, entornam sobre os espíritos o vinho ignominioso da morte.
Mas, nós sabemos, Senhor, como são falazes e enganadoras as doutrinas que se afastam da seiva sagrada e eterna dos teus ensinos, porque dissipas misericordiosamente a confusão de todas as almas, ainda que os seus arrebatamentos se apoiem nas paixões mais generosas.
Tu, que andavas descalço pelos caminhos agrestes da Galiléia, faze florescer, de novo, sobre a Terra, o encanto suave da simplicidade no trabalho, trazendo ao mundo a luz cariciosa de tua oficina de Nazaré!...
Tu, que és a Essência de nossos pensamentos de verdade e de luz, sabes que todas as dores são irmãs umas das outras, bem como as esperanças que desabrocham nos corações dos teus frágeis tutelados, que vibram nos mesmos ideais, aquém ou além das linhas arbitrárias que os homens intitularam de fronteiras!
Todas as expressões da filosofia e da ciência dos séculos terrenos passaram sobre o mundo, enchendo as almas de amargosas desilusões.
Numerosos políticos te ridiculizaram, desdenhando as tuas lições inesquecíveis; mas, nós sabemos que existe uma verdade que dissimulaste aos inteligentes para a revelares às criancinhas, encontrada, aliás, por todos os homens, filhos de todas as raças, sem distinção de crenças ou de pátrias, de tradições ou de família, que pratiquem, a caridade em teu nome...
Pastor do rebanho de ovelhas tresmalhadas, desde o primeiro dia em que o sopro divino da vontade do Nosso Pai fez brotar a erva tenra, no imenso campo da existência terrestre, pairas acima do movimento vertiginoso dos séculos, acima de todos os povos e de suas transmigrações incessantes, no curso do tempo, ensinando as criaturas humanas a considerar o nada de suas inquietações, em face do dia glorioso e infinito da Eternidade!...
Agora, Senhor, que as línguas da impiedade conclamam as nações para um novo extermínio, manifesta a Tua bondade, ainda uma vez, aos homens infelizes, para que compreendam, a tempo, a extensão do seu ódio e de sua perversidade.
Afasta o dragão da guerra de sobre o coração dilacerado das mães e das crianças de todos os países, curando as chagas dos que sangram de dor selvagem à beira dos caminhos.
Revela aos homens que não há outra força além da tua e que nenhuma proteção pode existir, além daquela que se constitui da segurança de tua guarda!
Ensina aos sacerdotes de todas as crenças do globo, que falam em teu nome, o desprendimento e a renúncia dos bens efémeros da vida material, afim de que entendam as virtudes do teu Reino, que ainda não reside nas sumptuosas organizações dos Estados deste mundo!
Tu, que ressuscitaste Lázaro das sombras do sepulcro, revigora o homem modesto, no túmulo das vaidades apodrecidas!
Tu, que fizeste com que os cegos vissem, que os mudos falassem, abre de novo os olhos rebeldes de tuas ovelhas ingratas e desenrola as línguas da verdade e do direito, que o medo paralisou, nesta hora turva de penosos testemunhos!
Senhor, desencarnados e encarnados, trabalhamos no esforço abençoado de nossa própria regeneração, para o teu serviço divino!
Nestas lembranças do Natal, recordamos a tua figura simples e suave, quando ias pelas aldeias que bordavam o espelho claro das águas do Tiberíades!...
Queremos o teu amparo, Senhor, porque agora o lago de Genesaré é a corrente represada de nossas próprias lágrimas.
Pensamos ainda ver-te, quando vinhas de Cesaréia de Felipe para abençoar o sorriso doce das criancinhas...
De teus olhos misericordiosos e compassivos, corria uma fonte perene de esperanças divinas para todos os corações; de tua túnica humilde e clara, vinha o símbolo da paz para todos os homens do porvir e, de tuas palavras sacrossantas, vinha a luz do céu, que confunde todas as mentiras da Terra!...
Senhor, estamos reunidos em teu Natal e suplicamos a tua benção!...
Somos as tuas crianças, dentro da nossa ignorância e da nossa indigência!...
Apiada-te de nós e dize-nos ainda:
- "Meus filhinhos..."
Fonte: LIVRO: "Novas Mensagens"
Autor Espititual: Humberto de Campos
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier
http://sendaluznolar.no.sapo.pt/indexNATAL.htm
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Senhor Jesus.
Há quase dois milénios, estabelecias o Natal com tua doce humildade na manjedoura, onde te festejaram todas as harmonias da Natureza.
Reis e pastores vieram de longe, trazendo-te ao berço pobre o testemunho de sua alegria e de seu reconhecimento.
As estrelas brilharam com luz mais intensa nos fulgores do céu e uma delas destacou-se no azul do firmamento, para clarificar o suave momento de tua glória.
Desde então, Senhor, o mundo inteiro, pelos séculos afora, cultivou a lembrança da tua grande noite, extraordinária de luz e de belezas diversas.
Agora, porém, as recordações do Natal são muito diferentes.
Não se ouvem mais os cânticos dos pastores, nem se percebem os aromas agrestes da Natureza.
Um presepio do século XX seria certamente arranjado com eletricidade, sobre uma base de bombas e de metralhadoras, onde aquela legenda suave do
"Gloria in excelsis Deo"
seria substituída por um apelo revolucionário dos extremismos políticos da atualidade.
As comemorações já não são as mesmas.
Os locutores de rádio falarão da tua humildade, no cume dos arranha-céus, e, depois de um programa armamentista, estranharão, para os seus ouvintes, que a tua voz pudesse abençoar os pacíficos, prometendo-lhes um lugar de bem-aventurados, embora haja isso ocorrido há dois mil anos.
Numerosos escritores falarão, em suas crónicas elegantes, sobre as crianças abandonadas, estampando nos diários um conto triste, onde se exalte a célebre virtude cristã da caridade; mas, daí a momentos, fecharão a porta dos seus palacetes ao primeiro pobrezinho.
Contudo, Senhor, entre os superficialismos desta época de profundas transições, almas existem que te esperam e te amam.
Tua palavra sincera e branda, doce e enérgica, lhes magnetiza os corações, na caprichosa e interminável esteira do Tempo.
Elas andam ocultas nas planícies da indiferença e nas montanhas de iniquidade deste mundo.
Conservam, porém, consigo a mesma esperança na Tua inesgotável misericórdia.
É com elas e por elas que, sob as tuas vistas amoráveis, trabalham os que já partiram para o mundo das suaves revelações da morte.
É com a fé admirável de seus corações que semeamos, de novo, as tuas promessas imortais, entre os escombros de uma civilização que está agonizando, à mingua de amor.
É por essa razão que, sem nos esquecermos dos pequeninos que agrupavas em derredor da Tua bondade, nos recordamos hoje, em nossa oração, das crianças grandes, que são os povos deste século de pomposas ruínas.
Tu, que és o Príncipe de todas as nações e a base sagrada de todos os surtos evolutivos da vida planetária; que és a Misericórdia infinita, rasgando todas as fronteiras edificadas no mundo pelas misérias humanas, reúne a tua família espiritual, sob as algemas da fraternidade e do bem que nos ensinaste!...
Em todos os recantos do orbe, há bocas que maldizem e mãos que exterminam os seus semelhantes.
Os espíritos das trevas fazem chover o fogo de suas forças apocalípticas sobre as organizações terrestres, ateando o sinistro incêndio das ambições na alma de multidões alucinadas e desvalidas.
Por toda parte, assomam os falsos ídolos da impenitência do mundo e místicas políticas, saturadas do vírus das mais nefastas paixões, entornam sobre os espíritos o vinho ignominioso da morte.
Mas, nós sabemos, Senhor, como são falazes e enganadoras as doutrinas que se afastam da seiva sagrada e eterna dos teus ensinos, porque dissipas misericordiosamente a confusão de todas as almas, ainda que os seus arrebatamentos se apoiem nas paixões mais generosas.
Tu, que andavas descalço pelos caminhos agrestes da Galiléia, faze florescer, de novo, sobre a Terra, o encanto suave da simplicidade no trabalho, trazendo ao mundo a luz cariciosa de tua oficina de Nazaré!...
Tu, que és a Essência de nossos pensamentos de verdade e de luz, sabes que todas as dores são irmãs umas das outras, bem como as esperanças que desabrocham nos corações dos teus frágeis tutelados, que vibram nos mesmos ideais, aquém ou além das linhas arbitrárias que os homens intitularam de fronteiras!
Todas as expressões da filosofia e da ciência dos séculos terrenos passaram sobre o mundo, enchendo as almas de amargosas desilusões.
Numerosos políticos te ridiculizaram, desdenhando as tuas lições inesquecíveis; mas, nós sabemos que existe uma verdade que dissimulaste aos inteligentes para a revelares às criancinhas, encontrada, aliás, por todos os homens, filhos de todas as raças, sem distinção de crenças ou de pátrias, de tradições ou de família, que pratiquem, a caridade em teu nome...
Pastor do rebanho de ovelhas tresmalhadas, desde o primeiro dia em que o sopro divino da vontade do Nosso Pai fez brotar a erva tenra, no imenso campo da existência terrestre, pairas acima do movimento vertiginoso dos séculos, acima de todos os povos e de suas transmigrações incessantes, no curso do tempo, ensinando as criaturas humanas a considerar o nada de suas inquietações, em face do dia glorioso e infinito da Eternidade!...
Agora, Senhor, que as línguas da impiedade conclamam as nações para um novo extermínio, manifesta a Tua bondade, ainda uma vez, aos homens infelizes, para que compreendam, a tempo, a extensão do seu ódio e de sua perversidade.
Afasta o dragão da guerra de sobre o coração dilacerado das mães e das crianças de todos os países, curando as chagas dos que sangram de dor selvagem à beira dos caminhos.
Revela aos homens que não há outra força além da tua e que nenhuma proteção pode existir, além daquela que se constitui da segurança de tua guarda!
Ensina aos sacerdotes de todas as crenças do globo, que falam em teu nome, o desprendimento e a renúncia dos bens efémeros da vida material, afim de que entendam as virtudes do teu Reino, que ainda não reside nas sumptuosas organizações dos Estados deste mundo!
Tu, que ressuscitaste Lázaro das sombras do sepulcro, revigora o homem modesto, no túmulo das vaidades apodrecidas!
Tu, que fizeste com que os cegos vissem, que os mudos falassem, abre de novo os olhos rebeldes de tuas ovelhas ingratas e desenrola as línguas da verdade e do direito, que o medo paralisou, nesta hora turva de penosos testemunhos!
Senhor, desencarnados e encarnados, trabalhamos no esforço abençoado de nossa própria regeneração, para o teu serviço divino!
Nestas lembranças do Natal, recordamos a tua figura simples e suave, quando ias pelas aldeias que bordavam o espelho claro das águas do Tiberíades!...
Queremos o teu amparo, Senhor, porque agora o lago de Genesaré é a corrente represada de nossas próprias lágrimas.
Pensamos ainda ver-te, quando vinhas de Cesaréia de Felipe para abençoar o sorriso doce das criancinhas...
De teus olhos misericordiosos e compassivos, corria uma fonte perene de esperanças divinas para todos os corações; de tua túnica humilde e clara, vinha o símbolo da paz para todos os homens do porvir e, de tuas palavras sacrossantas, vinha a luz do céu, que confunde todas as mentiras da Terra!...
Senhor, estamos reunidos em teu Natal e suplicamos a tua benção!...
Somos as tuas crianças, dentro da nossa ignorância e da nossa indigência!...
Apiada-te de nós e dize-nos ainda:
- "Meus filhinhos..."
Fonte: LIVRO: "Novas Mensagens"
Autor Espititual: Humberto de Campos
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier
http://sendaluznolar.no.sapo.pt/indexNATAL.htm
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NATAL, Oração de
ORAÇÃO de NATAL
Senhor Jesus.
Há quase dois milénios, estabelecias o Natal com tua doce humildade na manjedoura, onde te festejaram todas as harmonias da Natureza.
Reis e pastores vieram de longe, trazendo-te ao berço pobre o testemunho de sua alegria e de seu reconhecimento.
As estrelas brilharam com luz mais intensa nos fulgores do céu e uma delas destacou-se no azul do firmamento, para clarificar o suave momento de tua glória.
Desde então, Senhor, o mundo inteiro, pelos séculos afora, cultivou a lembrança da tua grande noite, extraordinária de luz e de belezas diversas.
Agora, porém, as recordações do Natal são muito diferentes.
Não se ouvem mais os cânticos dos pastores, nem se percebem os aromas agrestes da Natureza.
Um presepio do século XX seria certamente arranjado com eletricidade, sobre uma base de bombas e de metralhadoras, onde aquela legenda suave do
"Gloria in excelsis Deo"
seria substituída por um apelo revolucionário dos extremismos políticos da atualidade.
As comemorações já não são as mesmas.
Os locutores de rádio falarão da tua humildade, no cume dos arranha-céus, e, depois de um programa armamentista, estranharão, para os seus ouvintes, que a tua voz pudesse abençoar os pacíficos, prometendo-lhes um lugar de bem-aventurados, embora haja isso ocorrido há dois mil anos.
Numerosos escritores falarão, em suas crónicas elegantes, sobre as crianças abandonadas, estampando nos diários um conto triste, onde se exalte a célebre virtude cristã da caridade; mas, daí a momentos, fecharão a porta dos seus palacetes ao primeiro pobrezinho.
Contudo, Senhor, entre os superficialismos desta época de profundas transições, almas existem que te esperam e te amam.
Tua palavra sincera e branda, doce e enérgica, lhes magnetiza os corações, na caprichosa e interminável esteira do Tempo.
Elas andam ocultas nas planícies da indiferença e nas montanhas de iniquidade deste mundo.
Conservam, porém, consigo a mesma esperança na Tua inesgotável misericórdia.
É com elas e por elas que, sob as tuas vistas amoráveis, trabalham os que já partiram para o mundo das suaves revelações da morte.
É com a fé admirável de seus corações que semeamos, de novo, as tuas promessas imortais, entre os escombros de uma civilização que está agonizando, à mingua de amor.
É por essa razão que, sem nos esquecermos dos pequeninos que agrupavas em derredor da Tua bondade, nos recordamos hoje, em nossa oração, das crianças grandes, que são os povos deste século de pomposas ruínas.
Tu, que és o Príncipe de todas as nações e a base sagrada de todos os surtos evolutivos da vida planetária; que és a Misericórdia infinita, rasgando todas as fronteiras edificadas no mundo pelas misérias humanas, reúne a tua família espiritual, sob as algemas da fraternidade e do bem que nos ensinaste!...
Em todos os recantos do orbe, há bocas que maldizem e mãos que exterminam os seus semelhantes.
Os espíritos das trevas fazem chover o fogo de suas forças apocalípticas sobre as organizações terrestres, ateando o sinistro incêndio das ambições na alma de multidões alucinadas e desvalidas.
Por toda parte, assomam os falsos ídolos da impenitência do mundo e místicas políticas, saturadas do vírus das mais nefastas paixões, entornam sobre os espíritos o vinho ignominioso da morte.
Mas, nós sabemos, Senhor, como são falazes e enganadoras as doutrinas que se afastam da seiva sagrada e eterna dos teus ensinos, porque dissipas misericordiosamente a confusão de todas as almas, ainda que os seus arrebatamentos se apoiem nas paixões mais generosas.
Tu, que andavas descalço pelos caminhos agrestes da Galiléia, faze florescer, de novo, sobre a Terra, o encanto suave da simplicidade no trabalho, trazendo ao mundo a luz cariciosa de tua oficina de Nazaré!...
Tu, que és a Essência de nossos pensamentos de verdade e de luz, sabes que todas as dores são irmãs umas das outras, bem como as esperanças que desabrocham nos corações dos teus frágeis tutelados, que vibram nos mesmos ideais, aquém ou além das linhas arbitrárias que os homens intitularam de fronteiras!
Todas as expressões da filosofia e da ciência dos séculos terrenos passaram sobre o mundo, enchendo as almas de amargosas desilusões.
Numerosos políticos te ridiculizaram, desdenhando as tuas lições inesquecíveis; mas, nós sabemos que existe uma verdade que dissimulaste aos inteligentes para a revelares às criancinhas, encontrada, aliás, por todos os homens, filhos de todas as raças, sem distinção de crenças ou de pátrias, de tradições ou de família, que pratiquem, a caridade em teu nome...
Pastor do rebanho de ovelhas tresmalhadas, desde o primeiro dia em que o sopro divino da vontade do Nosso Pai fez brotar a erva tenra, no imenso campo da existência terrestre, pairas acima do movimento vertiginoso dos séculos, acima de todos os povos e de suas transmigrações incessantes, no curso do tempo, ensinando as criaturas humanas a considerar o nada de suas inquietações, em face do dia glorioso e infinito da Eternidade!...
Agora, Senhor, que as línguas da impiedade conclamam as nações para um novo extermínio, manifesta a Tua bondade, ainda uma vez, aos homens infelizes, para que compreendam, a tempo, a extensão do seu ódio e de sua perversidade.
Afasta o dragão da guerra de sobre o coração dilacerado das mães e das crianças de todos os países, curando as chagas dos que sangram de dor selvagem à beira dos caminhos.
Revela aos homens que não há outra força além da tua e que nenhuma proteção pode existir, além daquela que se constitui da segurança de tua guarda!
Ensina aos sacerdotes de todas as crenças do globo, que falam em teu nome, o desprendimento e a renúncia dos bens efémeros da vida material, afim de que entendam as virtudes do teu Reino, que ainda não reside nas sumptuosas organizações dos Estados deste mundo!
Tu, que ressuscitaste Lázaro das sombras do sepulcro, revigora o homem modesto, no túmulo das vaidades apodrecidas!
Tu, que fizeste com que os cegos vissem, que os mudos falassem, abre de novo os olhos rebeldes de tuas ovelhas ingratas e desenrola as línguas da verdade e do direito, que o medo paralisou, nesta hora turva de penosos testemunhos!
Senhor, desencarnados e encarnados, trabalhamos no esforço abençoado de nossa própria regeneração, para o teu serviço divino!
Nestas lembranças do Natal, recordamos a tua figura simples e suave, quando ias pelas aldeias que bordavam o espelho claro das águas do Tiberíades!...
Queremos o teu amparo, Senhor, porque agora o lago de Genesaré é a corrente represada de nossas próprias lágrimas.
Pensamos ainda ver-te, quando vinhas de Cesaréia de Felipe para abençoar o sorriso doce das criancinhas...
De teus olhos misericordiosos e compassivos, corria uma fonte perene de esperanças divinas para todos os corações; de tua túnica humilde e clara, vinha o símbolo da paz para todos os homens do porvir e, de tuas palavras sacrossantas, vinha a luz do céu, que confunde todas as mentiras da Terra!...
Senhor, estamos reunidos em teu Natal e suplicamos a tua benção!...
Somos as tuas crianças, dentro da nossa ignorância e da nossa indigência!...
Apiada-te de nós e dize-nos ainda:
- "Meus filhinhos..."
Fonte: LIVRO: "Novas Mensagens"
Autor Espititual: Humberto de Campos
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier
Senhor Jesus.
Há quase dois milénios, estabelecias o Natal com tua doce humildade na manjedoura, onde te festejaram todas as harmonias da Natureza.
Reis e pastores vieram de longe, trazendo-te ao berço pobre o testemunho de sua alegria e de seu reconhecimento.
As estrelas brilharam com luz mais intensa nos fulgores do céu e uma delas destacou-se no azul do firmamento, para clarificar o suave momento de tua glória.
Desde então, Senhor, o mundo inteiro, pelos séculos afora, cultivou a lembrança da tua grande noite, extraordinária de luz e de belezas diversas.
Agora, porém, as recordações do Natal são muito diferentes.
Não se ouvem mais os cânticos dos pastores, nem se percebem os aromas agrestes da Natureza.
Um presepio do século XX seria certamente arranjado com eletricidade, sobre uma base de bombas e de metralhadoras, onde aquela legenda suave do
"Gloria in excelsis Deo"
seria substituída por um apelo revolucionário dos extremismos políticos da atualidade.
As comemorações já não são as mesmas.
Os locutores de rádio falarão da tua humildade, no cume dos arranha-céus, e, depois de um programa armamentista, estranharão, para os seus ouvintes, que a tua voz pudesse abençoar os pacíficos, prometendo-lhes um lugar de bem-aventurados, embora haja isso ocorrido há dois mil anos.
Numerosos escritores falarão, em suas crónicas elegantes, sobre as crianças abandonadas, estampando nos diários um conto triste, onde se exalte a célebre virtude cristã da caridade; mas, daí a momentos, fecharão a porta dos seus palacetes ao primeiro pobrezinho.
Contudo, Senhor, entre os superficialismos desta época de profundas transições, almas existem que te esperam e te amam.
Tua palavra sincera e branda, doce e enérgica, lhes magnetiza os corações, na caprichosa e interminável esteira do Tempo.
Elas andam ocultas nas planícies da indiferença e nas montanhas de iniquidade deste mundo.
Conservam, porém, consigo a mesma esperança na Tua inesgotável misericórdia.
É com elas e por elas que, sob as tuas vistas amoráveis, trabalham os que já partiram para o mundo das suaves revelações da morte.
É com a fé admirável de seus corações que semeamos, de novo, as tuas promessas imortais, entre os escombros de uma civilização que está agonizando, à mingua de amor.
É por essa razão que, sem nos esquecermos dos pequeninos que agrupavas em derredor da Tua bondade, nos recordamos hoje, em nossa oração, das crianças grandes, que são os povos deste século de pomposas ruínas.
Tu, que és o Príncipe de todas as nações e a base sagrada de todos os surtos evolutivos da vida planetária; que és a Misericórdia infinita, rasgando todas as fronteiras edificadas no mundo pelas misérias humanas, reúne a tua família espiritual, sob as algemas da fraternidade e do bem que nos ensinaste!...
Em todos os recantos do orbe, há bocas que maldizem e mãos que exterminam os seus semelhantes.
Os espíritos das trevas fazem chover o fogo de suas forças apocalípticas sobre as organizações terrestres, ateando o sinistro incêndio das ambições na alma de multidões alucinadas e desvalidas.
Por toda parte, assomam os falsos ídolos da impenitência do mundo e místicas políticas, saturadas do vírus das mais nefastas paixões, entornam sobre os espíritos o vinho ignominioso da morte.
Mas, nós sabemos, Senhor, como são falazes e enganadoras as doutrinas que se afastam da seiva sagrada e eterna dos teus ensinos, porque dissipas misericordiosamente a confusão de todas as almas, ainda que os seus arrebatamentos se apoiem nas paixões mais generosas.
Tu, que andavas descalço pelos caminhos agrestes da Galiléia, faze florescer, de novo, sobre a Terra, o encanto suave da simplicidade no trabalho, trazendo ao mundo a luz cariciosa de tua oficina de Nazaré!...
Tu, que és a Essência de nossos pensamentos de verdade e de luz, sabes que todas as dores são irmãs umas das outras, bem como as esperanças que desabrocham nos corações dos teus frágeis tutelados, que vibram nos mesmos ideais, aquém ou além das linhas arbitrárias que os homens intitularam de fronteiras!
Todas as expressões da filosofia e da ciência dos séculos terrenos passaram sobre o mundo, enchendo as almas de amargosas desilusões.
Numerosos políticos te ridiculizaram, desdenhando as tuas lições inesquecíveis; mas, nós sabemos que existe uma verdade que dissimulaste aos inteligentes para a revelares às criancinhas, encontrada, aliás, por todos os homens, filhos de todas as raças, sem distinção de crenças ou de pátrias, de tradições ou de família, que pratiquem, a caridade em teu nome...
Pastor do rebanho de ovelhas tresmalhadas, desde o primeiro dia em que o sopro divino da vontade do Nosso Pai fez brotar a erva tenra, no imenso campo da existência terrestre, pairas acima do movimento vertiginoso dos séculos, acima de todos os povos e de suas transmigrações incessantes, no curso do tempo, ensinando as criaturas humanas a considerar o nada de suas inquietações, em face do dia glorioso e infinito da Eternidade!...
Agora, Senhor, que as línguas da impiedade conclamam as nações para um novo extermínio, manifesta a Tua bondade, ainda uma vez, aos homens infelizes, para que compreendam, a tempo, a extensão do seu ódio e de sua perversidade.
Afasta o dragão da guerra de sobre o coração dilacerado das mães e das crianças de todos os países, curando as chagas dos que sangram de dor selvagem à beira dos caminhos.
Revela aos homens que não há outra força além da tua e que nenhuma proteção pode existir, além daquela que se constitui da segurança de tua guarda!
Ensina aos sacerdotes de todas as crenças do globo, que falam em teu nome, o desprendimento e a renúncia dos bens efémeros da vida material, afim de que entendam as virtudes do teu Reino, que ainda não reside nas sumptuosas organizações dos Estados deste mundo!
Tu, que ressuscitaste Lázaro das sombras do sepulcro, revigora o homem modesto, no túmulo das vaidades apodrecidas!
Tu, que fizeste com que os cegos vissem, que os mudos falassem, abre de novo os olhos rebeldes de tuas ovelhas ingratas e desenrola as línguas da verdade e do direito, que o medo paralisou, nesta hora turva de penosos testemunhos!
Senhor, desencarnados e encarnados, trabalhamos no esforço abençoado de nossa própria regeneração, para o teu serviço divino!
Nestas lembranças do Natal, recordamos a tua figura simples e suave, quando ias pelas aldeias que bordavam o espelho claro das águas do Tiberíades!...
Queremos o teu amparo, Senhor, porque agora o lago de Genesaré é a corrente represada de nossas próprias lágrimas.
Pensamos ainda ver-te, quando vinhas de Cesaréia de Felipe para abençoar o sorriso doce das criancinhas...
De teus olhos misericordiosos e compassivos, corria uma fonte perene de esperanças divinas para todos os corações; de tua túnica humilde e clara, vinha o símbolo da paz para todos os homens do porvir e, de tuas palavras sacrossantas, vinha a luz do céu, que confunde todas as mentiras da Terra!...
Senhor, estamos reunidos em teu Natal e suplicamos a tua benção!...
Somos as tuas crianças, dentro da nossa ignorância e da nossa indigência!...
Apiada-te de nós e dize-nos ainda:
- "Meus filhinhos..."
Fonte: LIVRO: "Novas Mensagens"
Autor Espititual: Humberto de Campos
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier
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