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segunda-feira, 6 de abril de 2009

HUMILDADE de CORAÇÃO

Humildade de Coração

“Bem-aventurados os pobres de espírito”: - proclamou o Senhor.

Nesse passo, porém, não vemos Jesus contra os tesouros culturais da Humanidade, mas, sim, exaltando a humildade de coração.

O mestre recordava-nos, no capítulo das bem-aventuranças, que é preciso trazer a mente descerrada à luz da vida para que a sabedoria e o amor encontrem seguro aconchego em nossa alma.

Hoje, como antigamente, somos defrontados, em toda parte, pelas escrituras encarceradas nos museus acadêmicos, cristalizadas nos preconceitos ruinosos, mumificadas em pontos de vista que lhes sombreiam a visão e algemadas a inutilidade do raciocínio ou do sentimento, engrossando as extensas fileiras da opressão.

Imprescindível clarear o pensamento, diante da natureza, e aceitar a extrema insignificância em que ainda agitamos, perante o Universo.

Jesus induzia-nos a esquecer a paralisia mental, em que, muitas vezes, nos comprazemos, inclinando-nos à adoção da simplicidade por norma de ascensão espiritual.

Esvaziemos o coração de todos os defeitos e de todos os fantasmas que experiências inferiores nos impuseram na peregrinação que nos trouxe ao presente.

Cada dia é nova revelação do Senhor para existência.

Cada companheiro da estrada é campo vivo a que podemos arrojar as sementes abençoadas da renovação.

Cada dor é uma benção para os que prosseguem acordados no conhecimento edificante.

Cada hora na marcha pode converter-se em plantação de beleza e alegria, se caminhamos obedecendo aos imperativos do trabalho constante no Infinito Bem.

Toda ciência do mundo, confrontada à sabedoria que nos espera, é menos que o ribeiro singelo ante o corpo ciclópico do oceano.

Toda riqueza dos homens perante a herança de luz que o Pai Celestial nos reserva, é minúsculo grão de pó na química planetária.

Sejamos simples e espontâneos, na senda em que a atualidade nos situa, aprendendo com a vida e doando à vida o melhor que pudermos, para que, em nos candidatando à láurea dos bem-aventurados, possamos ser realmente discípulos felizes daquele Amigo Eterno que nos recomendou:
-“Aprendei de mim que sou humilde de coração.”


FONTE: Livro "Refúgio"
Autor Espiritual : Emmanuel
Psicografada por: Francisco Cândido Xavier
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SITE : http://sendadeluz.no.sapo.pt


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quarta-feira, 1 de outubro de 2008

AUXÍLIO MÚTUO

"O galardão das boas obras é tê-las feito. Por isso, não pode haver melhor prêmio."
Sêneca
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Auxílio Mútuo

Em zona montanhosa, através de região deserta, caminhavam dois velhos amigos,

ambos enfermos, cada qual a defender-se quanto possível contra os golpes do ar

gelado, quando foram surpreendidos por uma criança semi-morta na estrada, ao

sabor da ventania de inverno.

Um deles fixou o singular achado e exclamou, irritadiço: Não perderei tempo!

A hora exige cuidado para comigo mesmo. Sigamos à frente.

O outro, porém, mais piedoso, considerou: Amigo, salvemos o pequenino.

É nosso irmão em humanidade.

Não posso - disse o companheiro endurecido. Sinto-me cansado e doente.

Este desconhecido seria um peso insuportável. Temos frio e tempestade.

Precisamos chegar a aldeia próxima sem perda de minutos. E avançou para

adiante em largas passadas.

O viajor de bom sentimento, contudo, inclinou-se para o menino estendido,

demorou-se alguns minutos colando-o paternalmente ao próprio peito,

e aconchegando-o ainda mais, marchou adiante, embora menos rápido.

A chuva gelada caiu metódica pela noite adentro, mas ele, amparando

o valioso fardo, depois de muito tempo, atingiu a hospedaria do povoado

que buscava.

Com enorme surpresa, porém, não encontrou aí o colega que havia seguido

na frente.

Somente no dia imediato, depois de minuciosa procura, foi o infeliz viajante

encontrado sem vida numa vala do caminho alagado.

Seguindo a pressa e a sós, com a idéia egoísta de preservar-se, não resistiu

a onda de frio que se fizera violenta, e tombou encharcado, sem recursos com

que pudesse fazer face ao congelamento.

Enquanto que o companheiro, recebendo em troca o suave calor da criança

que sustentava junto do próprio coração, superou os obstáculos da noite frígida,
salvando-se de semelhante desastre.

Descobrira a sublimidade do auxílio mútuo. Ajudando o menino abandonado,

ajudara a si mesmo.

Avançando com sacrifício para ser útil a outrem, conseguira triunfar dos percalços

do caminho, alcançando as bênçãos da salvação recíproca.

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As mais eloqüentes e exatas testemunhas de um homem perante o Pai Supremo

são as suas próprias obras.

Aqueles que amparamos constituem nosso sustentáculo.

O coração que amparamos constitui-se agora ou mais tarde, em recurso a nosso

favor.

Ninguém duvide!

Um homem sozinho é simplesmente um adorno vivo da solidão, mas aquele que

coopera em benefício do próximo é credor do auxílio comum.

Ajudando, seremos ajudados. Dando, receberemos.

Esta é a Lei Divina.


Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro "Jesus no Lar",
cap. Auxílio mútuo.

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domingo, 30 de março de 2008

P R E C E

SENHOR e MESTRE

Jesus!

Ante o Espiritismo que nos confiaste por teu Evangelho Redivivo, fortalece-nos o coração para que te sejamos leais à confiança.

Na defesa da luz contra o assalto das trevas, não permitas que a presunção nos tome o lugar as certeza nas verdades que nos legaste e nem deixes que a névoa da acomodação destrutiva nos entorpeça o ânimo no pressuposto de guardar o espírito na falsa tranquilidade das aparências.

Chamados à confissão de nossa fé livra-nos, Senhor, dos delitos da intolerância, contudo, clareia-nos o raciocínio para que te expliquemos as boas novas sem os prejuízo da superstição e sem as teias da ignorância

Nas horas difíceis da verdade, afasta-nos da violência e da paixão menos digna.
No entanto, sustenta-nos a sinceridade para que o pronunciamento da palavra equilibrada e certa, sem a hipoteca do silencio culposo.

Impelidos à luta do bem que vence o mal, suprime-nos a cegueira das conveniências e interesses particulares para que o orgulho não nos tisne as decisões, todavia, esclarece-nos a alma a fim de que preguiça e deserção não nos ocupem a existência por suposta humildade.

Senhor, eis-nos à frente da Doutrina Espírita na condição de teus servos, responsáveis pela obra divina de nossa própria libertação espiritual.

Guia-nos no trabalho, iluminando-nos o entendimento, neutraliza as imperfeições que trazemos ainda e faze-nos, fiéis a ti, hoje e sempre. Assim seja.


Fonte: LIVRO: Sol nas Almas
Autor Espititual: André Luiz
Psicografada por: Médium: Waldo Vieira

IN: http://sendaluznolar.no.sapo.pt