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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

EV no LAR - 17 a 23 OUT



EVANGELHO no LAR

"E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor
será salvo."
(ATOS; 2:21)
Os espíritos mais renitentes no crime serão salvos das garras do mal, se invocarem verdadeiramente o amparo do Senhor.

E é forçoso observar que chega sempre um instante, na experiência individual, em que somos constrangidos a recorrer ao que possuímos de mais precioso, no terreno da crença.

Os próprios materialistas não escapam a semelhante impositivo da luta humana; qual ocorre aos demais, nas contingências dilacerantes requisitam o socorro do dinheiro, da ciência provisória, das posições convencionalistas, que, aliás, em boa tese, auxiliam mas não salvam.

Indispensável se torna recorrer a Jesus para a solução de nossas questões fundamentais.

Invoquemos a compaixão dEle e não nos faltará recurso adequado.

Não bastará, contudo, tão-somente aprender a rogar.

Estudemos também a arte de receber.

Às vezes, surgem diferenças superficiais entre pedido e suprimento.

O trabalho salvador do Céu virá ao nosso encontro, mas não obedecerá, em grande número de ocasiões, à expectativa de nossa visão imperfeita.

Em muitos casos, a Providência Divina nos visita em forma de doença, escassez e contrariedade...

A miopia terrena, todavia, de modo geral, só interpreta a palavra "salvação" por "vantagem imediata" e, por isso, um leve desgosto ou uma desilusão útil provocam torrentes de lamentações improdutivas.

Apesar de tudo, porém, o Cristo nunca deixa de socorrer e aliviar e o seu sublime esforço de redenção assume variados aspectos tanto quanto são diversas as necessidades de cada um.
Fonte:            Vinha de Luz
Autor Espititual:      Emmanuel
Psicografada por:   Médium: Francisco Cândido Xavier
* * * * *

Nossa PRECE
Ampara-nos, Senhor,
Este repouso de amor
Em que a paz nos descansa
Porto, refúgio, lar,
Em que podemos cultivar
As bençãos da esperança.

Perante a caridade por dever,
Faze-nos perceber
Que nesta casa em que nos aconchegas,
A todos nos entregas
A bendita oficina
Que nos renove a fé na Bondade Divina.

De rotina em rotina
E surpresa em surpresa,
Deixa-nos discernir
Que, em contemplando a própria natureza,
Da rocha mais hostil ao solo mais fecundo,
Tudo é auxílio na lei
Se te atende na estrada ao lema de servir.

Tudo é auxílio na lei
Do firmamento ao chão. . .

Serve o sol, serve o mar sem derramar-se em vão,
O tronco não devora os frutos que oferece,
A fonte ajuda e passa em sussurros de prece,
O vento ampara a flor, a flor perfuma a vida,
Faz-se pão e celeiro a semente esquecida. . .

Ajuda-nos, Senhor a repartir o bem
Sem traçar condições, sem perguntar a quem. . .

Aspiramos a ser contigo, dia a dia,
Bálsamo, reconforto, união, alegria,
Agasalho do templo e coração da escola,
O prato que alimenta e o verbo que consola. . .

Concede-nos o Dom de cooperar contigo,
Trabalhar e seguir pelo teu braço amigo.
Tanto à luz do porvir quanto na luz de agora,
Faze, por fim, Senhor,
Que a nossa casa seja, hora por hora,
Um caminho de fé para o Reino do Amor.

Maria Dolores / Chico Xavier
IN: Livro "Encontro de Paz"

Adaptação e encaminhamento:

BLOG:           http://sendadeluz.blogspot.pt/






ESPIRITISMO - EVANGELHO - CAP 13


No Livro: Evangelho Segundo o Espiritismo

Capítulo 13 – QUE A MÃO ESQUERDA NÃO SAIBA O QUE FAZ A DIREITA

Lêr Item 11    ~  A Beneficência

 


II – A Beneficência

ADOLFO
Bispo de Alger, Bordeaux, 1861
11 – A beneficência, meus amigos, vos dará neste mundo os gozos mais puros e mais doces, as alegrias do coração, que não são perturbadas nem pelos remorsos, nem pela indiferença. Oh!, pudésseis compreender tudo o que encerra de grande e de agradável a generosidade das belas almas, esse sentimento que faz que se olhe aos outros com o mesmo olhar voltado para si mesmo, e que se desvista com alegria para vesti a um irmão! Pudésseis, meus amigos, ter apenas a doce preocupação de fazer aos outros felizes! Quais as festas mundanas que se pode comparar a essas festas jubilosas, quando, representantes da Divindade, levais a alegria a essas pobres famílias, que da vida só conhecem as vicissitudes e as amarguras; quando vedes esses rostos macilentos brilharem subitamente de esperança, desprovidos de pão, esses infelizes e seus filhos, ignorando que viver é sofrer, gritavam, choravam e repetiam estas palavras, que, como finos punhais, penetravam o coração materno: “Tenho fome!” Oh!, compreendei quanto são deliciosas as impressões daquele que vê renascer a alegria onde, momentos antes, só havia desespero! Compreendei quais são as vossas obrigações para com os vossos irmãos! Ide, ide ao encontro do infortúnio, ao socorro das misérias ocultas, sobretudo, que são as mais dolorosas. Ide, meus bem-amados, e lembrai-vos destas palavras do Salvador: “Quando vestirdes a um destes pequeninos, pensai que é a mim que o fazeis!”
            Caridade! Palavra sublime, que resume todas as virtudes, és tu que deves conduzir os povos à felicidade. Ao praticar-te, eles estarão semeando infinitas alegrias para o próprio futuro, e durante o seu exílio na Terra, serás para eles a consolação, o antegozo das alegrias que mais tarde desfrutarão, quando todos reunidos se abraçarem, no seio do Deus de amor. Foste tu, virtude divina, que me proporcionaste os únicos momentos de felicidade que gozei na Terra. Possam os meus irmãos encarnados crer na voz do amigo que lhes fala e lhes diz: É na caridade que deveis procurar a paz do coração, o contentamento da alma, o remédio para as aflições da vida. Oh!, quando estiverdes a ponto de acusar a Deus, lançai um olhar para baixo, e vereis quantas misérias a aliviar, quantas pobres crianças sem família; quantos velhos sem uma só mão amiga para os socorrer e fechar-lhes os olhos na hora da morte! Quanto bem a fazer! Oh!, não reclameis, antes agradecei a Deus, e prodigalizai a mancheias a vossa simpatia, o vosso amor, o vosso dinheiro, a todos os que, deserdados dos bens deste mundo, definham no sofrimento e na solidão. Colhereis neste mundo alegrias bem suaves, e mais tarde… somente Deus o sabe!

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